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O Brasil possui cerca de 550
milhões de hectares de florestas. Trata-se da segunda
maior área florestal do planeta, ficando atrás
apenas da Rússia. Isso faz da indústria de papel
e celulose um dos mais expressivos setores da economia do
país. A atividade florestal, no entanto, exige um desenvolvimento
de forma sustentável e em áreas apropriadas,
a fim de preservar o meio ambiente.
Atualmente, a produção nacional do setor é
de aproximadamente 6 milhões de toneladas de polpa
de eucalyptus grandis, por ano. Isso representa metade da
produção mundial desse tipo de fibra. O processo,
essencial para as atividades da indústria madeireira,
gera resíduos da extração de celulose
que contêm agentes poluentes extremamente danosos para
rios e mata nativa.
Preocupado com esse processo, a Iguaçu Celulose não
poupou recursos para desenvolver uma política de equilíbrio
ambiental em todas as áreas em que atua. Toda a matéria
prima usada pelas fábricas da Iguaçu Celulose
tem origem nas áreas de reflorestamento. Anualmente,
são replantados 1.200 ha para atender o consumo anual
de floresta de 850 ha. Além da preocupação
com a origem da matéria prima, a Iguaçu é
reconhecida pelo seu trabalho na recuperação
de áreas degradadas pelos resíduos da extração
da celulose.
O investimento em pesquisa, para encontrar soluções
não-poluentes para o processo de fabricação
da celulose na fábrica da Iguaçu em Piraí
do Sul (PR), resultou em um produto que traz benefícios
à agricultura. Foi desenvolvida uma tecnologia na qual
a lama de cal, antes resíduo inutilizado, se transforma
em corretivo de solos.
O projeto, feito em parceria com o Instituto Ambiental do
Paraná (IAP), em 1997, já ajudou a recuperar
boa parte da mata nativa da região. O antigo aterro
da fábrica já recebeu espécies como eucaliptos
e acácias negras, que propiciam uma rápida cobertura
florestal e o enraizamento nas camadas superficiais de depósito.
A sombra, umidade e camada orgânica dessas árvores
possibilitaram o nascimento espontâneo de espécies
típicas da região. Hoje, as plantas exóticas
são substituídas gradativamente pelas nativas,
que fazem com que a recuperação da área
seja mais rápida.
Além do reflorestamento, foi criada uma lagoa artificial,
chamada de Lagoa Zero, que integra o sistema de tratamento
de afluentes da fábrica e reserva para a "fito-remediação"
qualquer elemento levado pelas águas da chuva. Toda
essa preocupação ambiental resultou para a Iguaçu
Celulose a conquista da 9º edição do Prêmio
Expressão de Ecologia.
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| A Iguaçu tem o compromisso de fornecer produtos com qualidade e confiabilidade, buscando na melhoria contínua, no atendimento aos requisitos legais de legislação ambiental e na prevenção da poluição, satisfazer as expectativas dos clientes. |
 
Reaproveitamento de Resíduos
Veja os resíduos da extração de celulose
que são
tratados e reaproveitados pela Iguaçu Celulose |