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O projeto do Grupo
Imaribo, de atuar no ramo de papel e celulose, foi consolidado
na década de 80. As primeiras fábricas de papel
do Grupo Imaribo, que deram origem à Iguaçu
Celulose, iniciaram suas atividades no início da década
de 70.
O marco inicial foi a aquisição, em 1971, da
fábrica Celupel S.A, que produzia pasta
mecânica e papelão, no município de
Curitibanos (SC). Já no ano seguinte o Grupo Imaribo
comprou a unidade industrial de Campos Novos (SC), onde começou
a ser produzido papelão do tipo duplex, que era mais
rentável.
Em 1978, o Grupo investiu em novas máquinas para a
unidade de Ibicuí (Campo Novos / SC), para produzir
até 50 toneladas de papelão ao dia. No mesmo
período, para atender a demanda de supermercados e
outros varejistas, começou-se a produzir nessa unidade
também papel
Kraft.
A compra das empresas do Grupo Lupion, no início da
década de 80, foi decisiva para a consolidação
da área de papel
e celulose do Grupo Imaribo. A Indústria Papeleira
Santa Mônica de São José dos Pinhais (PR),
que pertencia aos Lupion, tinha duas máquinas, uma
para cartão duplex e outra para papéis especiais.
Em 1980, também foi comprada a Indústria Papeleira
Piraiense, que produzia celulose em Piraí do Sul (PR).
A aquisição dessas fábricas impulsionou
a estruturação e o fortalecimento da área
de produção papeleira do Grupo Imaribo que,
em 1984, passou a ter uma única razão social:
Iguaçu Celulose, Papel S.A.
Em 1993, a produção foi verticalizada na fábrica
de Campos Novos (SC), com a aquisição de equipamentos
para confecção de sacos multifoliados valvulados
colados.

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